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segunda-feira, 26 de abril de 2021

História Infantil Pinóquio

 Era uma vez um carpinteiro que se chamava Gepeto. O homem era muito solitário e passava os dias fazendo coisas de madeira. O sonho de Gepeto era ter um filho com quem pudesse compartilhar a vida.


Um dia, ele resolveu fazer um menino de madeira em formato de marionete e, ao terminar, disse:


- Que belo boneco de madeira. Seria incrível se ele fosse um menino real!


Para sua surpresa, o boneco tomou vida e começou a andar e falar. O homem ficou maravilhado e lhe deu o nome de "Pinóquio".


Passados alguns dias, Gepeto envia Pinóquio para a escola e lhe dá a instrução de voltar para a casa assim que a aula terminar. Entretanto, no meio do caminho, Pinóquio avista um teatro de marionetes que acontecia na praça.


Ele então resolve participar do teatro, e todos ficam encantados com sua destreza. Assim, o boneco recebe 5 moedas de ouro e se alegra pensando que seu pai ficaria satisfeito.


Pinóquio vai em direção à escola, mas quando estava quase chegando, se depara com dois homens mal intencionados que o convencem a ir com eles até um local e enterrar as moedas de ouro. Eles dizem:


- Enterre as moedas aqui nesse terreno e nascerá uma árvore de dinheiro. Seu pai ficará rico e nunca mais precisará trabalhar!


Pinóquio enterra as moedas e fica esperando a árvore nascer. Ele logo adormece, e nesse momento os homens pegam as moedas enterradas e fogem.


O boneco despertou de seu sono profundo e se deu conta que o dinheiro havia sumido. Triste e preocupado, Pinóquio pensa que seu pai ficaria muito bravo e decide não voltar para casa.


Enquanto caminhava, confuso, Pinóquio encontra uma linda jovem de vestido azul. Ele pede ajuda, e a moça, que era na verdade uma fada, lhe diz que ajudaria. Ela pergunta ao boneco onde ele morava, ao que Pinóquio responde que era sozinho e não tinha casa.


A fada então repara que o nariz de graveto do menino começa a crescer e se dá conta de que ele havia contado uma mentira. Ela recomenda que ele volte para sua casa e se comporte junto ao seu pai. O boneco promete que faria isso e seu nariz volta ao normal.


Na volta para casa, Pinóquio passa por um parque de diversões e não resiste, ele entra no parque. Imediatamente seu nariz começa a crescer novamente.


Lá, o boneco encontra pessoas que dizem que ele poderia comer todos os sorvetes que gostaria. Pinóquio então toma vários sorvetes, sem saber que se transformaria em um burro.


Dessa forma, as pessoas o vendem para um circo, onde Pinóquio trabalha exaustivamente e é mal tratado. Então, quando ele, na forma de burro, já não servia mais para o trabalho, os donos do circo o atiram ao mar.


Assim que cai no mar, o burrinho transforma-se de novo em menino de madeira e é engolido por um baleia faminta. Dentro da barriga da baleia, Pinóquio encontra-se com seu pai, Gepeto, que também fora engolido quando estava a sua procura.


Os dois se abraçaram contentes, mas estavam muito fracos. Nessa hora, um peixe que também estava lá oferece ajuda e os tira de dentro da baleia.


Assim, Gepeto e Pinóquio conseguem voltar para casa. Depois de tantos apuros, Pinóquio promete ao pai ser um bom menino e não mentir mais.


A fada azul então aparece e converte Pinóquio em um menino real, de carne e osso, para a alegria de todos!


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quarta-feira, 27 de maio de 2020

História Infantil O Asno e o Cavalo

Um asno, de passo tardo,
mal podendo suportar
o pesadíssimo fardo
que tinha de carregar,
pediu ao Cavalo:
- Amigo, podes dividir comigo
a carga que mal suporto?
Se assim continuar,
muito em breve estarei morto.
O Cavalo respondeu:
- Com isso pouco me importo.
Sem demora, o Asno morreu.
Então o dono dos dois
transferiu para o Cavalo
todos os sacos de arroz.
E foi assim que um esperto
acabou bancando o otário
e pagou um alto preço
porque não foi solidário.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Chapeuzinho vermelho traz

Era uma vez uma linda menina. Conhecida como Chapeuzinho Vermelho, porque ela sempre usava uma capa  vermelha que a sua avó havia lhe dado de presente.

Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho disse, “Aqui, filha, pegue esta cesta e leve para sua vovó. Aí dentro tem pão, manteiga, bolo e frutas. Ela está se sentindo doente e espero que isso faça com que ela fique melhor. Não converse com estranhos, não saia do caminho e vá direto para a casa de sua avó.”

A avó de Chapeuzinho Vermelho morava há meia hora de distância por dentro da floresta, do lado de fora da aldeia. Então Chapeuzinho Vermelho saiu logo de casa. Assim que ela entrou na floresta, apareceu um lobo por detrás de uma árvore. Ela não se assustou, porque ela não sabia que lobos são perigosos.

“Bom dia, Chapeuzinho Vermelho”, o lobo cumprimentou. “Bom dia, Senhor Lobo”, ela respondeu. “Para onde você vai?” “Estou indo visitar minha vovó, porque ela não está se sentindo bem”, Chapeuzinho Vermelho respondeu. “O que você tem aí dentro da cesta?” perguntou o lobo. “Eu tenho pães, manteiga, bolo e frutas para levar para minha vó”, ela respondeu. “Excelente! E onde sua vovozinha mora?” perguntou o lobo, e Chapeuzinho Vermelho explicou exatamente o local da casa da sua avó.

Eles andaram juntos por um tempo. Aí, o lobo falou. “Olha que lindas flores que temos aqui! Por que você não pega algumas delas para sua vovó?” Ela olhou em volta e viu todas aquelas flores lindas. Chapeuzinho Vermelho achou que sua vovó ficaria muito feliz em ganhar flores e, mesmo depois do conselho de sua mãe, saiu do caminho para colhê-las.Chapeuzinho Vermelho foi para dentro da floresta densa para colher as flores, e o lobo foi direto para a casa da vovó.

Ele bateu na porta e escutou uma voz lá de dentro da casa “Quem é?” “Sou eu, Chapeuzinho Vermelho. Eu trouxe pão, manteiga, bolo e frutas”, disse o lobo, disfarçando a voz.
“Ah, que gentileza! Empurre bem a porta para entrar. Eu não tenho forças para ir aí abrir.”O lobo entrou na casa, foi até a cama da velhinha e a comeu inteira.

Aí, ele vestiu as roupas dela e deitou na cama.Quando Chapeuzinho Vermelho chegou na casa de sua avó, ela percebeu que a porta estava aberta. Ela entrou e foi até o quarto.

Normalmente ela sentia-se muito feliz na casa de sua vovó, mas naquele dia havia algo de estranho. “Bom dia!” disse Chapeuzinho Vermelho, mas ninguém respondeu.

A vovó estava com uma aparência estranha. “Nossa, Vó, que orelhas grandes você tem!” exclamou Chapeuzinho Vermelho. “É para te escutar melhor!” o lobo respondeu, disfarçando a voz. “Puxa, Vovó, que olhos grandes você tem!” ela continuou. “É para te ver melhor!” disse o lobo. “Vovó, que mãos enormes você tem!” “É para te tocar melhor!”, o lobo disse.“Uau, Vovó, que boca enorme você tem!” exclamou Chapeuzinho Vermelho. “ É para te comer melhor!” O lobo gritou, pulou fora da cama e comeu Chapeuzinho Vermelho inteira.

Com o seu estômago cheio, o lobo voltou para a cama da vovó e caiu no sono. E roncou muito alto. Um caçador que estava passando pela casa, escutou os roncos e achou que seria muito estranho que uma velha senhorinha pudesse roncar tão alto. Ele olhou para dentro, e viu que era um lobo que estava lá.

O caçador estava atrás desse lobo há muito tempo. Finalmente ele o havia encontrado!O caçador levantou a arma e estava prestes a atirar, quando ele parou e pensou.

Então, ele pegou uma tesoura e abriu a barriga do lobo. Ele viu uma capa vermelha saindo e aí a Chapeuzinho Vermelho pulou para fora. Chapeuzinho Vermelho catou algumas pedras e eles encheram a barriga do lobo com elas. Quando o lobo acordou, ele ficou assustado e tentou correr, mas as pedras eram tão pesadas, que ele caiu morto. O caçador cortou um pouco mais e a vovozinha também veio para fora.Talvez a velhinha ainda esteja viva dentro da barriga do lobo! Os três então comeram bolo, felizes em saber que o lobo não seria mais um perigo para eles. Chapeuzinho Vermelho decidiu nunca mais sair do caminho e escutar com mais atenção o que a sua mãe tem a dizer.




terça-feira, 13 de agosto de 2019

As sapatilhas de Sofia

 As sapatilhas de Sofia


As sapatilhas de Sofia, Frederick Lipp.

Era um dia de sol muito brilhante na aldeia, e Sofia não conseguia abrir os olhos naquela luz tão intensa.
Na aldeia faz sempre muito calor, raramente chove mas, quando isso acontece, a chuva cai, ininterruptamente, dias seguidos.
No ar pairava uma quietude quando, de repente, se ouviu um ruído semelhante ao zumbido de um enxame de abelhas, que aumentava cada vez mais.
O porco começou a grunhir e as galinhas a cacarejarem.
Sofia queria perceber o que se passava e, sentada direita como um pau de vassoura, pôs-se à escuta. "Deve ser o carro do homem dos números", pensou ela enquanto esfregava os olhos.
Uma vez por ano, um homem da cidade chegava à aldeia num  carro vermelho. O povo da aldeia dizia que

era o homem dos números. O homem contava as pessoas da aldeia a mando do governo. Depois de fazer o seu percurso, o homem parou em frente da casa de Sofia.
— Quantas pessoas vivem aqui? — perguntou.
— Duas — respondeu Sofia, — a minha mãe e eu.
— Vejamos, assim dá um total de 154 pessoas. O ano passado eram…
O homem dos números tinha ouvido dizer que o pai de Sofia morrera porque não havia médico na aldeia e não havia nenhum hospital por perto.
Sofia olhava fixamente para o calçado do homem.
— Ah! Nunca viste umas sapatilhas?
Sofia ficou ruborizada. O segredo, que acalentava há tanto tempo, ocupou-lhe por inteiro o pensamento, que voou para tão longe como os falcões voam em grandes círculos no azul dos céus. No fundo do coração Sofia sentia que, se algum dia tivesse umas sapatilhas iguais às daquele homem, o seu desejo se transformaria em realidade.
— Vamos até à margem do rio? — disse o homem dos números. — Põe os pés nessa lama de barro fino. Agora sai!
Sofia gostou da sensação do barro a escorrer por entre os dedos dos pés. O homem tirou a régua do bolso das calças e mediu as marcas dos pés de Sofia. Enquanto coçava a barba, fazia contas em voz alta e acabou por dizer:
— Vejamos… dentro de trinta dias vais receber um presente.
Sofia contava os dias… Algum tempo depois,  o carro dos correios atravessou a aldeia e deixou-lhe na porta de casa um pacote. Depois de sofregamente abrir o pacote, gritou:
— Umas sapatilhas!e
Calçou-as com muito cuidado e exclamou:
— Agora, já posso realizar o meu desejo secreto!
— Que desejo? — perguntou a mãe.
— Agora já posso ir à escola, mãe!
— Mas, minha querida, a escola fica a oito quilômetros e o caminho é muito mau!
— Eu sei, mãe, mas é que eu agora tenho umas sapatilhas… — respondeu Sofia enquanto saltitava de alegria.
Um sorriso começou a desenhar-se lentamente na boca da mãe de Sofia. Recordou a filha de vestido amarelo, cor do sol, a correr ao lado do pai que, com a pequena lousa preta debaixo do braço, procurava a sombra de um coqueiro. Recordava a filha, de olhar fixo e sem pestanejar, a olhar a lousa onde o pai fazia só rabiscos a que chamava letras: "Este aqui é o teu nome e este é o nome da nossa aldeia", ensinava ele à Sofia.
— Creio que pode ir à escola — disse então a mãe à Sofia.
No dia seguinte, ainda o sol não tinha nascido e já Sofia comia uma tigela de arroz com peixe salgado e se punha a caminho através dos arrozais. As sapatilhas protegiam-na das pedras aguçadas. E corria como se tivesse asas nos pés!
Com um salto atravessou riachos e percorreu uma estrada deserta, onde só passava um carro de longe a longe. Sofia corria e corria, cada vez mais depressa, até que por fim avistou a escola que tinha apenas uma sala de aula.
As sandálias dos alunos estavam, em fila alinhada, junto à porta da entrada. Sofia tirou rapidamente as sapatilhas, colocou-as junto às outras sandálias e entrou descalça na sala de aula.
— O meu nome é Sofia e venho à escola para aprender a ler e a escrever!
Na sala, onde havia só rapazes, começaram logo os risinhos.
— Silêncio! — disse a professora, colocando o dedo sobre os lábios fechados.
— Vem cá, és muito bem-vinda. Diz-me, de onde vens?
— De Andong Kralong.
A professora, apanhada de surpresa, disse em surdina:
— Mas, essa aldeia fica a oito quilômetros daqui!…
— Pois fica, senhora professora, mas eu tenho as minhas sapatilhas!
Os rapazes continuavam com as suas risadinhas, tapando a boca com as mãos. Os olhos da Sofia encheram-se de lágrimas.
— Mas, tu és uma rapariga! — sussurrou um dos alunos.
Sofia engoliu toda a raiva que sentia e manteve-se de cabeça erguida e quieta como a serpente antes de atacar a presa. Em breve chegaria o momento da desforra.
Acabada a aula, Sofia calçou as sapatilhas e atou os seus cordões, com um triplo nó. Então, virou-se para os rapazes, olhou-os de frente e disse:
— Já que são tão espertos, venham agarrar-me!
Os rapazes, empurrando-se uns aos outros, logo desataram a correr atrás dela. Em vão.
Na manhã seguinte, Sofia acordou antes do cantar do galo. Sair tão cedo permitiu que fosse a primeira a chegar à escola. Os rapazes iam chegando de sorriso envergonhado… É que ainda não tinham esquecido a derrota, na corrida da véspera. E, a partir daquele dia, Sofia aprendeu muito naquela escola de uma única sala.
Passou um ano. Uma manhã, Sofia estava sentada junto da mãe quando, de repente, se levantou uma nuvem de poeira na encosta. O porco começou a grunhir. As galinhas a cacarejarem. Era o homem dos números que voltava no seu carro vermelho.
Nesse momento, as primeiras gotas de chuva começaram a formar pequenos círculos na superfície da água do rio, círculos que se alargavam cada vez mais. Começava a monção. Sofia olhou as nuvens que se formavam e pensou que, agora, iria ter menos calor a caminho da escola.
O homem dos números contou as pessoas da aldeia e, ao fim do dia, chegou a casa de Sofia. E olhou para os pés nus da menina.
— Onde estão as tuas sapatilhas? — perguntou.
Sofia sorriu e, com ar de desafio e mãos na cintura, disse:
— Só calço as minhas sapatilhas para ir à escola.
E os dois começaram a rir.
— Hoje, eu quero mostrar-lhe uma coisa — disse Sofia. — Venha comigo, por favor.
Caminharam juntos e em silêncio, até à margem do rio. Chegados aí, Sofia, de cabeça baixa, disse timidamente:
— Um dia, quero construir uma escola na minha aldeia, e…
— O quê?
— Também quero ser professora — afirmou Sofia.
Pegou numa cana de bambu e agarrando-a com as duas mãos, escreveu na lama de argila:
Muito obrigada pelas sapatilhas.
Agora, já sei ler e escrever.
E fez-se um tal silêncio que se podia ouvir o borbulhar da água a correr por entre os seixos.

Tradução e adaptação de Las zapatillas deportivas de Sofía




segunda-feira, 8 de maio de 2017

A Galinha Ruiva olha oque ela fez

A Galinha Ruiva olha oque ela fez na fazenda rodeada de animais.

A História da Galinha Ruiva.
Na fazenda haviam vaca, porcos e pato.
Um belo dia, de manhãzinha, a galinha teve a ideia assista ao vídeo e veja qual foi a ideia.





domingo, 11 de setembro de 2016

Música para crianças crescer

Música para crianças crescerem com musica clássica da melhor qualidade e se divertir dançando.
Coloque a criançada para se divertir e dançar com a Zoorquestra ao som de grandes compositores da música clássica: Vivaldi, Mozart e Beethoven.




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Macacos de Imitação traz

Macacos de Imitação traz a historia que deu o nome do velho ditado popular, a crendice ainda hoje, quando uma pessoa faz precisamente o mesmo que outra, a chamam macaco de imitação.

Havia um homem que negociava em barretes encarnados.
Ora uma vez em África, ao atravessar o sertão, sentiu tanto calor que resolveu descansar à sombra de uma árvore, pondo um dos barretes na cabeça para evitar que alguns raios de sol, que se infiltravam pelos ramos, o incomodassem. Colocou, ao lado, a mala onde transportava os barretes e adormeceu.
Horas depois, quando acordou, ergueu-se e preparava-se já para continuar a caminhada quando, ao pegar na mala, a sentiu tão leve que a abriu. Qual não foi o seu espanto ao vê-la completamente vazia!
Muito triste e preocupado, sentou-se a pensar quem teria sido o ladrão.
Olhou em volta e não viu ninguém.
Onde é que o ladrão se escondera?
Até que, erguendo os olhos para a árvore sob a qual tinha adormecido, a viu repleta de macacos que faziam momices com os barretes na cabeça.
O pobre homem julgou a sua mercadoria perdida para sempre.
E, muito desesperado, atirou
para o chão os barretes que cada um tinha na cabeça.







sexta-feira, 22 de maio de 2015

João e Maria linda floresta versão

João e Maria linda floresta versão leitura de livro infantil com muitas aventuras.
O Juca e a Sara prepararam uma história, a casa era toda feita de doce.
De repente a porta se abriu e uma senhora...
Assista ao vídeo.





domingo, 4 de janeiro de 2015

Rapunzel e Rapunzel

Rapunzel e Rapunzel a historia da menina com seus cabelos e traças mais cobiçadas do mundo.

 A histeria de Rapunzel.
Assistir ao vídeo será uma emoção e tanto.




segunda-feira, 7 de julho de 2014

Historia infantil Napoleon - o cãozinho

História infantil  Napoleon - o cãozinho valente - Mix o cãozinho referenciado durante uma festa de aniversário, acaba entrando em um balão sendo carregado pelo vento, para saber o final assista ao vídeo.

Mário Lúcio de Freitas teve o prazer de Dirigir sua dublagem, tanto falada quanto cantada, nos estúdios da Gota Mágica.

Muita gente famosa participou desse trabalho, entre eles Borges de Barros (gato), Mário Vilella (sapo),
Eleonora Prado (uma das cachorrinhas selvagens), Sarah Regina (mãe de Napoleon), Felipe Firmo (Napoleon), entre muitos outros, e eu (uma espécie de papagaio, que se torna amigo do Napoleon).
Se quiser mais vídeos/áudios,
visite o site - www.marioluciodefreitas.com.br - na sessão downloads.



segunda-feira, 31 de março de 2014

Capas para iPhone de criança só que

Capas para iPhone de criança só que á prova de quedas, se você é daqueles que pensam que criança
só gosta de telefone de brincadeira, então pasmem.

As crianças adoram telefones de verdade, principalmente os dos pais ou parentes.
Assista ao vídeo, mais não saia do blog temos muitas historias para contar.





terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Especial de Natal projeto cultural

Especial de Natal projeto cultural Tiãozinho com Mário Lúcio de Freitas regendo o coral da turminha, muito apropriado para para todas as idades principalmente o publico Infantil.
marioluciodefreitas.com






domingo, 7 de julho de 2013

Desenho Animado traz

Desenho Animado traz Aladdin série Animada na verdade desenho Animado Dublado em Português.




Então divirta-se - Quixote das Dunas.
Assista agora






terça-feira, 30 de abril de 2013

Livros para que


Livros para que? Parece que essa era a dúvida em "A MENINA QUE ODIAVA LIVROS", então assista
ao vídeo muito engraçado.

Não deixem seus livros empilhados.
A MENINA QUE ODIAVA LIVROS vídeo no Youtube.


Se você gostou do vídeo recomende para seus filhos ou alunos.




sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A borboleta você decide

A borboleta você decide seu destino então cada um é responsável pelo sucesso ou fracasso, vamos
ver o que aconteceu com essa história infantil que já está percorrendo a net.



A Borboleta Orgulhosa
História Infantil da Borboleta

A fofa da borboletinha era uma beleza, mas achava-se uma beldade.
Devia, pelo menos, ser tratada como a rainha das borboletas, para que se sentisse satisfeita. Quanta vaidade, meu Deus!
Não tinha amigos, pois qualquer mariposa que se aproximasse dela era alvo de risinhos e de desprezo.
- Que está fazendo em minha presença, criatura?
Não vê que sou mais bela e elegante do que você? costuma ela dizer, fazendo-se de muito importante.
Nem os seus familiares escapavam.
Mantinha à distância os seus próprios pais e irmãos, como se ela não houvesse nascido naturalmente, mas tivesse sido enviada diretamente do céu.
Tratava-os com enorme frieza, como quem faz um favor, quando não há outro remédio. - Sim, você é formosa, borboletinha, mas não sabe usar essa qualidade como deveria.
Isso vai destruí-la! previniu-a solenemente um sábio do bosque. A borboletinha não deu muita importância às palavras do sábio.
Mas uma leve inquietação aninhou-se em seu coração.
Respeitava aquele sábio e temia que ele tivesse razão.
Mas logo esqueceu esses pensamentos e continuou sua atitude habitual. Um dia, a profecia do sábio cumpriu-se.
Um rapazinho esperto surpreendeu-a sozinha voando pelo bosque. Achou-a magnífica e com sua rede apoderou-se dela.
Como é triste ver a borboletinha vaidosa atravessada por um alfinete, fazendo parte da coleção do rapaz!
Cada um tem aquilo que merece. Não adianta pôr a culpa de nossos erros nos outros, no destino, em Deus ou na má sorte.
Cada um é responsável pelo seu próprio sucesso ou fracasso.
Tome cuidado escolha a direção certa e boa sorte.




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Pinóquio história traz

Pinóquio história traz o glamour em historias infantis para crianças,então vamos com uma pitada dos velhos tempos para criançada.


O pinoquio.   
Historia pinoquio.
Jogos pinoquio.
filme pinoquio.
Pinoquio desenho.

História Infantil do Pinóquio, o boneco de madeira.

PINÓQUIO Era uma vez, um senhor chamado Gepeto. Ele era um homem bom, que morava sozinho
 em uma bela casinha numa vila italiana.
 Gepeto era marceneiro, fazia trabalhos incríveis com madeira, brinquedos, móveis e muitos outros objetos.

As crianças adoravam os brinquedos de Gepeto.

Apesar de fazer a felicidade das crianças com os brinquedos de madeira, Gepeto sentia-se muito só, e
por vezes triste. Ele queria muito ter tido um filho, e assim resolveu construir um amigo de madeira para si.

O boneco ficou muito bonito, tão perfeito que Gepeto entusiasmou-se e deu-lhe o nome de Pinóquio.

 Os dias se passaram e Gepeto falava sempre com o Pinóquio, como se este fosse realmente um menino. Numa noite, a Fada Azul visitou a oficina de Gepeto.

Comovida com a solidão do bondoso ancião, resolveu tornar seu sonho em realidade dando vida ao boneco de madeira.

 E tocando Pinóquio com a sua varinha mágica disse: __Te darei o dom da vida, porém para se transformar num menino de verdade deves fazer por merecer .

Deve ser sempre bom e verdadeiro como o seu pai, Gepeto.

A fada incumbiu um saltitante e esperto grilo na tarefa de ajudar Pinóquio a reconhecer o certo e o errado, dessa forma poderia se desenvolver mais rápido e alcançar seu
almejado sonho: tornar-se um menino de verdade.

No dia seguinte, ao acordar, Gepeto percebeu-se que o seu desejo havia se tornado realidade. Gepeto, que já amava aquele boneco de madeira como seu filho, agora descobria o prazer de acompanhar suas descobertas, observar sua inocência, compartilhar sua vivacidade.

Queria ensinar ao seu filho, tudo o que sabia e retribuir a felicidade que o boneco lhe proporcionava.
Sendo assim, Gepeto resolveu matricular Pinóquio na escola da vila, para que ele pudesse aprender as coisas que os meninos de verdade aprendem, além de fazer amizades.

Pinóquio seguia a caminho da escola todo contente pensando em como deveria ser seu primeiro dia de aula
 estava ansioso para aprender a ler e escrever.

No caminho porém encontrou dois estranhos que logo foram conversando com ele.

Era uma Raposa e um Gato, que ficaram maravilhados ao ver um boneco de madeira falante e pensaram em ganhar dinheiro às custas do mesmo. __ Não acredito que você vai a escola! Meninos esperto
s preferem aprender na escola da vida! – falou a Raposa se fazendo de esperta. _ Vamos Pinóquio, sem desviar do nosso caminho! Gritou o pequeno e responsável grilo.

A Raposa e o Gato começaram a contar que estavam indo assistir ao show do teatro de marionetes.
 Pinóquio não conseguiu vencer sua curiosidade, para ele tudo era novidade, queria conhecer o teatro divertido, do qual os dois estranhos falavam.

 __ Acho até que você poderá trabalhar no teatro, viajar conhecer novas pessoas, ganhar muito dinheiro e comprarcoisas para você e para quem você gosta.

Continuou a instigar a Raposa. O pequeno grilo continuou a falar com Pinóquio, mas este estava tão empolgado que nem o escutava mais.

Pinóquio então, seguiu com a Raposa e o Gato, rumo à apresentação do teatro de marionetes, deixando seu amigo grilo para trás.

Pinóquio A Raposa e o Gato venderam o boneco par ao dono do teatro de marionetes.

Pinóquio sem perceber o acontecido atuou na apresentação dos bonecos e fez grande sucesso com
o público.

Ao final da apresentação, Pinóquio quis ir embora, porém o dono do teatro vai em Pinóquio a sua chance de ganhar muito dinheiro, sendo assim o trancou numa gaiola. Pinóquio passou a noite preso, chorando,
 lembrou do seu pai e teve medo de não vê-lo novamente.

Já estava amanhecendo quando o Grilo enfim, conseguiu encontrar Pinóquio.

Mas não o conseguiu libertar da gaiola. Nesse momento, apareceu a Fada Azul que perguntou ao boneco o que havia acontecido.

Pinóquio mentiu, contou que havia se perdido e encontrado o dono do teatro de marionetes, que o prendeu e o obrigou aa trabalhar para ele.

Pinóquio se assustou com o que havia acontecido em seguida.Seu nariz dobrar de tamanho. Assustado, o boneco começou a chorar.

__ Não chore, Pinóquio! disse a Fada Azul abrindo com a sua varinha mágica o cadeado da gaiola.
__ Sempre que você mentir seu nariz o denunciará e crescerá. A mentira é algo aparente, é errado e não deve fazer parte de quem possui um bom coração.

- Continuou a Fada. __ Não quero ter esse nariz! Eu falo a verdade! Quis saber como era um teatro de marionetese sai do meu caminho.Acabei me dando mal.
__ Não minta novamente, Pinóquio! Lembre-se que para ser um menino de verdade, você deve fazer por merecer.- disse a fada , desaparecendo em seguida.

Pinóquio estava voltando para casa com o grilo, quando viu três crianças correndo sorridentes em uma direção oposta à sua.

Como era muito curioso, Pinóquio perguntou a um dos meninos onde ele ia.

 __ Estamos indo pegar um barco para a Ilha da Diversão.Lá existe um enorme parque com brinquedos e doces à vontade.

Criança lá não estuda.Só se diverte! Pinóquio achou a idéia de uma ilha como aquela tentadora.Parou no meio do caminho
 e olhou na direção dos meninos que corriam. __ Não, Pinóquio! Dúvida, não! O que eles estão fazendo parece bom,
 divertido, mas é errado.Fazer o que é errado traz más conseqüências. – disse o esperto grilo. Os meninos,
já um pouco distantes chamavam Pinóquio para ir junto. __Ah! Grilo, eu vou só conhecer a ilha,. Não ficarei
lá para sempre.- disse o inocente boneco, já correndo em direção aos meninos. O grilo não concordou, mas seguiu
Pinóquio, afinal era responsável por ele. Pinóquio entro num barco cheio de crianças que ia para a tal ilha.

Ao chegarem na ilha, as crianças correram em direção aos brinquedos. Podia-se brincar à vontade,comer doces o quanto quisessem.

O grilo observava, desapontado, o boneco se divertindo.
A noite chegou, e as crianças exaustas de tanto brincar, dormiram no chão, espalhadas pelo parque.

Algumas sentiam dores na barriga de tanto comer doces.
Pinóquio estava quase dormindo, quando o grilo o acordou.
__Pinóquio, o que está acontecendo?
 __O que grilo? Estou com sono.
Está acontecendo que todos estão dormindo.
- disse o boneco sonolento.
_ Não estou falando disso,
Pinóquio! Falo das orelhas de vocês!
Estão com orelhas... de burro! – disse o grilo preocupado. Pinóquio despertou e assustado correu em direção a um lago, para ver seu reflexo na água. Várias crianças já haviam percebido o que estava acontecendo e choravam assustadas.

Pinóquio ficou com m muito medo, pois via que outras crianças já estavam também com rabo de burro.

O grilo chamou o boneco para saírem imediatamente da ilha.
Devia ser algum feitiço.Em troca da diversão que tiveram estavam se transformando em burros.
Pinóquio correu em direção a um pequeno barco.Com ele, iam o grilo e outras crianças.
Porém, ninguém conseguia dirigir o barco.
Pinóquio, chorando, chamou a fada Azul.

 _ Fada Azul, por favor, nos ajude! A fada apareceu, ficou feliz por Pinóquio pedir ajuda também pelas outras crianças.
 Ao perguntar ao boneco o que havia acontecido, a Fada recebeu deste outra mentira. Pinóquio mentiu que havia seguido um menino que ia para a mesma vila que o Gepeto morava e acabaram se perdendo.

No mesmo instante, o nariz do boneco começou a crescer.

Assustado, Pinóquio lembrou do que a fada havia dito e falou a verdade.
Seu nariz voltou ao normal, e a Fada anulou o feitiço que estava fazendo Pinóquio e as outras crianças se transformarem em burros.
Pinóquio seguiu com o grilo em direção à sua casa na vila.
Sentia muita saudade do seu pai Gepeto. Estava começando a entender que o seu pai queria sempre o melhor para ele, e o melhor, naquele momento, era a seu lar, a escola e a vila.
Ao chegar em casa, Pinóquio não encontrou Gepeto. Com medo, ficou imaginando que Gepeto poderia ter morrido de tristeza com o seu sumiço. Mas o grilo encontrou um bilhete de Gepeto, pendurado na porta. No bilhete, Gepeto dizia que ia de barco procurar o seu filho amado. Pinóquio foi em direção à praia, junto com o grilo. Chegando lá, não viram nenhum sinal do barco do Gepeto. Pinóquio ficou sabendo por uns pescadores que um pequeno barco havia sido engolido por uma baleia naquela manhã. O boneco imediatamente pensou que se tratava de Gepeto e atirou-se ao mar, para procurar a tal baleia. O grilo foi atrás de Pinóquio. Ambos nadaram bastante até encontrarem uma enorme criatura. O grilo avisou ao boneco que aquela era uma baleia. Pinóquio se colocou na frente do animal e em poucos segundos
foi engolido por ela.
O grilo que o acompanhava todo o tempo,também foi engolido.
Ao chegarem no estômago do animal, viram um pequeno barco e Gepeto, triste, cabisbaixo, sentado com as mãos na cabeça.

Ao ver o boneco, Gepeto sorriu e correu ao seu encontro.
Pinóquio abraçou o pai e pediu desculpas por ter agido mal.
__ A única coisa que importa,meu filho, é que você está bem.
-disse o bondoso velhinho Pinóquio teve a idéia de fazerem uma fogueira com pedaços de madeira do barco, assim a baleia podia espirrar e atirá-los para fora da sua barriga.

O plano deu certo, e a baleia espirrou o barco onde estavam Gepeto, Pinóquio e o grilo.
Ao chegarem à praia, Pinóquio e Gepeto novamente se abraçaram felizes por ter dado tudo certo.
_ Prometo ser obediente, papai!
Não mentir e cumprir meus deveres.
–disse o boneco.
Gepeto ficou orgulhoso do filho.
Sabia que Pinóquio tinha aprendido valiosas lições.
Nesse momento, a Fada Azul apareceu e sorridente disse ao boneco:
__ Você aprendeu as diferenças entre o bem e o mal.
O valor do amor, da lealdade .
Tudo o que fazemos tem uma conseqüência, que pode ser boa ou ruim dependendo de como agimos.
Por tudo o que você aprendeu e pelo modo como agiu, agora farei de você será um menino de verdade! Assim, a Fada transformou Pinóquio em um menino de verdade. E este viveu muito feliz com o seu pai, Gepeto, e com o amigo grilo.

Histórias que jamais esqueceremos.



sábado, 1 de dezembro de 2012

O Leão e o Rato traz

O Leão e o Rato traz mais uma historia que circula pela net com final feliz, onde um simples ratinho vira herói.


Tarde de verão o leão estava a dormir no seu covil , quando um rato lhe passou por cima do focinho e o acordou.

O leão rosnou, furioso, e já ia esmagar o rato com a pata enorme quando:

- Oh, poupai-me, senhor – guinchou o rato.
– Na verdade, eu não mereço ser morto.
Não vos fiz mal… e também não presto para comer.
O leão tornou a rugir, ensonado.
Além disso – continuou o rato, se me poupardes agora, talvez um dia possa fazer qualquer coisa por vós.
O leão rugiu uma enorme gargalhada, mas levantou a pata e o rato escapou-se.
Passado algum tempo, o leão andava a caçar na floresta quando caiu numa armadilha. Uma rede cai-lhe em cima e fechou-o.
Sem qualquer esperança de fuga, começou a rugir, e a sua voz ecoou em todos os recantos da floresta.
O rato, que também saíra para caçar naquela noite, depressa reconheceu a voz do leão e correu para o sítio onde ele estava.
E vendo o que se passava, disse:
Não vos preocupeis, senhor, eu tiro-vos daí num instante. E logo começou a roer e a mordiscar as grossas malhas da rede.
Passado pouco tempo o leão estava solto.
O rato, como tinha prometido, salvou-lhe a vida.


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Conte sua história infantil.



terça-feira, 30 de outubro de 2012

A Cozinha da Bruxinha

A Cozinha da Bruxinha
Era dia de festa. Giselda chamou a bruxarada para se reunir na casa dela,
que ficava numa montanha bem alta, no mundo chamado . E festa na casa
de bruxa sabe como é, muita comida, poções mágicas e principalmentemuita música e alegria. As crianças não perderam tempo e foram para
floresta chamar seus amiguinhos encantados. O gnomo Imp, conhecido
como amigo das crianças não pensou duas vezes e aceitou o convite. "vai
ter pudim de nuvem?" – perguntou já com água na boca. Dadinha, a

bruxinha filha de Giselda, respondeu com orgulho: "Mas é claro, que vai ter
pudim de nuvem, eu mesma fiz...". Imp, o gnomo torceu o nariz,
quando essa bruxinha entra na cozinha, sai de baixo, que lá vem raio..."
As crianças todas riram, mas a bruxinha Dadinha não gostou, ficou
tristinha, quase chorou, pois tentava ser igual a mãe dela, Giselda, que
cozinhava pratos maravilhosos da culinária mágica das bruxas, receitas
que ela aprendera com sua mãe, que aprendeu com sua avó... Mas tudo
bem, era festa. As crianças voltaram para a casa da montanha. Era um
corre, corre, um zumzumzum, tinha até banda de música fazendo o maior
ziriguidum.
O almoço foi servido numa grande mesa, no jardim. Era um verdadeiro
banquete. Fazia um dia maravilhoso, o sol estava dourado como um pingo
de ouro, e o céu tão azul...O prato principal era arroz com ervas
perfumadas e frango, regado com nectar das flores, pra acompanhar farofa
de pó de estrela, que Giselda pegou do céu na noite anterior quando
passeava em sua vassoura.
Os convidados comeram que se lambuzaram, tudo tinha gosto de quero
mais. Todos agradeceram ao deus e à deusa pelo dia maravilhoso,
ensolarado, pelo alimento, e pela confraternização entre os amigos. E
quando todos iam se levantar da mesa: "Hei, gente, tem a sobremesa" –
gritou Dadinha – "foi eu quem fiz, e sozinha!" Todos se entreolharam, já
sabiam da fama da bruxinha. Ela tinha até boa vontade, mas não tinha
mão para a cozinha, pois cozinha de bruxa tem que ter concentração,
mentalizar as palavras certas, medir bem os ingredientes, ter muita, mas
muita paciência. E Dadinha era uma pimenta, estabanada e maluquinha,
Apesar de encantadora. Mas todos tiveram uma grande surpresa.
A menina trouxe o grande prato de pudim de nuvem, todos ficaram com
Água na boca só de olhar. "Que bela aparência!", "Deve estar gostoso!",
Foram os comentários, a bruxinha orgulhosa, deu a primeira fatia para a
Mãe que provou e aprovou, todos comiam e davam os parabéns para a
menina, e o pudim estava tão gostoso que eles se esqueceram que
quando se come essa sobremesa feita com nuvens do céu tem que se
falar as palavra mágicas que são: "Doce como o mel, que coisa louca, que
não se faça chuva no céu da boca". Quando um dos convidados lembrou
da simpatia, já era tarde demais e por causa disso, de repente, o céu
fechou, e uma grande nuvem negra se formou, uma tempestade pegou
todos de surpresa. Eles ficaram todos molhados. E quem pensou que a
chuva acabou com a festa, se enganou!
A banda continuou a tocar, e todos dançaram formando uma grande
ciranda. Deste dia em diante a bruxinha não errou mais nas receitas, só
fez comidinhas mágicas bem gostosas e ganhou o título de mestra cuca
mirim da cozinha da bruxa, não tinha festa que ela não era convidada pra
levar os seus quitutes, não teve um só canto daquele mundo encantado
que não passasse a conhecer a fama da cozinha da bruxinha.

Autoria: Anne Glauce Freire






sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A Bela e a fera agora


A Bela e a fera agora muito mais divulgada do que em nossos tempos, isso graças ao advento da internet que faz chegar essa e outras belas historias para todas as crianças Brasileiras.

Historia para criança.
Histórias Infantil A Bela e a Fera

A Bela e a Fera

Há muitos anos, em uma terra distante, viviam um mercador e suas
três filhas . A mais jovem era a mais linda e carinhosa, por isso
era chamada de "BELA".
Um dia, o pai teve de viajar para longe a negócios. Reuniu as
suas filhas e disse:

— Não ficarei fora por muito tempo. Quando voltar trarei
presentes. O que vocês querem? - As irmãs de Bela pediram
presentes caros, enquanto ela permanecia quieta.

O pai se voltou para ela, dizendo :
— E você, Bela, o que quer ganhar?
— Quero uma rosa, querido pai, porque neste país elas não
crescem, respondeu Bela, abraçando-o forte.

O homem partiu, conclui os seus negócios, pôs-se na estrada para
a volta. Tanta era a vontade de abraçar as filhas, que viajou por
muito tempo sem descansar. Estava muito cansado e faminto, quando,
a pouca distância de casa, foi surpreendido, em uma mata, por
furiosa tempestade, que lhe fez perder o caminho.
Desesperado, começou a vagar em busca de uma pousada, quando, de
repente, descobriu ao longe uma luz fraca. Com as forças que lhe
restavam dirigiu-se para aquela última esperança.
Chegou a um magnífico palácio, o qual tinha o portão aberto e
acolhedor. Bateu várias vezes, mas sem resposta. Então, decidiu
entrar para esquentar-se e esperar os donos da casa. Interior,
realmente, era suntuoso, ricamente iluminado e mobiliado de
maneira esquisita.
O velho mercador ficou defronte da lareira para enxugar-se e
percebeu que havia uma mesa para uma pessoa, com comida quente e
vinho delicioso.

Extenuado, sentou-se e começou a devorar tudo. Atraído depois
pela luz que saía de um quarto vizinho, foi para lá, encontrou uma
grande sala com uma cama acolhedora, onde o homem se esticou,
adormecendo logo. De manhã, acordando, encontrou vestimentas
limpas e uma refeição muito farta. Repousado e satisfeito, o pai
de Bela saiu do palácio, perguntando-se espantado por que não
havia encontrado nenhuma pessoa. Perto do portão viu uma roseira
com lindíssimas rosas e se lembrou da promessa feita a Bela. Parou
e colheu a mais perfumada flor. Ouviu, então, atrás de si um
rugido pavoroso e, voltando-se, viu um ser monstruoso que disse:

— É assim que pagas a minha hospitalidade, roubando as
minhas rosas? Para castigar-te, sou obrigado a matar-te!

O mercador jogou-se de joelhos, suplicando-lhe para ao menos
deixá-lo ir abraçar pela última vez as filhas. A fera lhe propôs,
então, uma troca: dentro de uma semana devia voltar ou ele ou uma
de suas filhas em seu lugar.
Apavorado e infeliz, o homem retornou para casa, jogando-se aos
pés das filhas e perguntando-lhes o que devia fazer. Bela
aproximou-se dele e lhe disse:

— Foi por minha causa que incorreste na ira do monstro. É
justo que eu vá...

De nada valeram os protestos do pai, Bela estava decidida.
Passados os sete dias, partiu para o misterioso destino.

Chegada à morada do monstro, encontrou tudo como lhe havia
descrito o pai e também não conseguiu encontrar alma viva.
Pôs-se então a visitar o palácio e, qual não foi a sua surpresa,
quando, chegando a uma extraordinária porta, leu ali a inscrição
com caracteres dourados: "Apartamento de Bela".
Entrou e se encontrou em uma grande ala do palácio, luminosa e
esplêndida. Das janelas tinha uma encantadora vista do jardim.
Na hora do almoço, sentiu bater e se aproximou temerosa da porta.
Abriu-a com cautela e se encontrou ante de Fera. Amedrontada,
retornou e fugiu através da salas. Alcançada a última, percebeu
que fora seguida pelo monstro. Sentiu-se perdida e já ia implorar
piedade ao terrível ser, quando este, com um grunhido gentil e
suplicante lhe disse:

— Sei que tenho um aspecto horrível e me desculpo ; mas não
sou mau e espero que a minha companhia, um dia, possa ser-te
agradável. Para o momento, queria pedir-te, se podes, honrar-me
com tua presença no jantar.

Ainda apavorada, mas um pouco menos temerosa, bela consentiu e ao
fim da tarde compreendeu que a fera não era assim malvada.
Passaram juntos muitas semanas e Bela cada dia se sentia
afeiçoada àquele estranho ser, que sabia revelar-se muito gentil,
culto e educado.
Uma tarde , a Fera levou Bela à parte e, timidamente, lhe disse:

— Desde quando estás aqui a minha vida mudou. Descobri que
me apaixonei por ti. Bela, queres casar-te comigo?

A moça, pega de surpresa, não soube o que responder e, para
ganhar tempo, disse:

— Para tomar uma decisão tão importante, quero pedir
conselhos a meu pai que não vejo há muito tempo!

A Fera pensou um pouco, mas tanto era o amor que tinha por ela
que, ao final, a deixou ir, fazendo-se prometer que após sete dias
voltaria.
Quando o pai viu Bela voltar, não acreditou nos próprios olhos,
pois a imaginava já devorada pelo monstro. Pulou-lhe ao pescoço e
a cobriu de beijos. Depois começaram a contar-se tudo que
acontecera e os dias passaram tão velozes que Bela não percebeu
que já haviam transcorridos bem mais de sete.
Uma noite, em sonhos, pensou ver a Fera morta perto da roseira.
Lembrou-se da promessa e correu desesperadamente ao palácio.
Perto da roseira encontrou a Fera que morria.
Então, Bela a abraçou forte, dizendo:

— Oh! Eu te suplico: não morras! Acreditava ter por ti só
uma grande estima, mas como sofro, percebo que te amo.

Com aquelas palavras a Fera abriu os olhos e soltou um sorriso
radioso e diante de grande espanto de Bela começou a
transformar-se em um esplêndido jovem, o qual a olhou comovido e
disse:

— Um malvado encantamento me havia preso naquele corpo
monstruoso. Somente fazendo uma moça apaixonar-se podia vencê-lo e
tu és a escolhida. Queres casar-te comigo agora?
Bela não fez repetir o pedido e a partir de então viveram felizes
e apaixonados.

De uma dica de historia infantil que colocaremos no blog, basta fazer o comentário.


sábado, 29 de setembro de 2012

Produtos da Hello Kitty traz


Produtos da Hello Kitty traz paixão inquestionável pela gatinha muito linda, e pensa que os produtos são direcionados apenas para um seguimento, está completamente enganado.


Hello Kitty para meninas.





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